Por ter blasfemado o plural de papel, pronunciando, com gozo, papeles, a meio de conversa sobre coisas com as quais não se brinca. Por ter confundido Tchaikovsky com Prokofiev e Prokofiev com Tchaikovsky, com ligeireza e sem arrependimento posterior imediato ou de qualquer outro tipo. Por ter sucumbido a tentação tipicamente feminina, consumista e natalícia e ter gasto metade de uma estadia de quatro dias em Madrid, comprometendo profícua coexistência com a Extracção da Pedra da Loucura, num par de sapatos + os DVDs de Yes, Prime Minister.
![]()