Mostrar mensagens com a etiqueta centrifugação blogger. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta centrifugação blogger. Mostrar todas as mensagens

22.12.04

Agenda cultural das Berlengas

"Vai estar patente nas Berlengas, por tempo indefinido, a maior exposição de velhinhas do mundo. Com a chancela do Ministério da Agricultura das Berlengas, este é um evento cultural a não perder.

A Galeria das Velhinhas, na Cidade das Berlengas, Berlengas, inaugura no próximo mês, uma exposição de Velhas com mais de 100 anos.

Apostando numa exposição de dimensão internacional, os organizadores conseguiram garantir a presença de representantes de mais 100 países.

A galeria só vai abrir as portas de 3 em 3 dias, durante apenas duas horas. O objectivo é não cansar as obras em exposição e dar tempo para renovar a exposição, caso alguma das peças se danifique.

Para o caso de algo correr mal com as velhinhas em exposição, a Cruz Encarnada das Berlengas, vai estar em alerta permanente durante os dias de abertura ao público, pois “algumas das velhinhas terão muita dificuldade em aguentar-se de pé durante duas horas”, afirmou o proprietário da galeria.

A exposição estará aberta ao público por tempo indefinido, mas terminará obrigatoriamente quando 8 das obras em exposição morrerem, pois a seguradora “Dona Elvira”, apenas aceitou fazer o seguro de vida para oito das obras. [
...]" - Cabeça de Pescada

6.12.04

Tareco na primeira pessoa. Pobre tareco

"[...] a minha dilecta foi de férias com a outra gaja e mandou a velha cá para casa para me infernar; vou dar um giro, se fico mais um minuto junto dela, silencio-lhe de uma vez aquela tosse a dois tempos. Não é que se perdesse muito, mas a casca grossa é mãe da minha dilecta…e tu põe-te a pau, ó lambisgóia, sei sempre onde estás.[...]"

Roubado, com grande lata mas muito respeitinho, que a coisa é ruim, daqui.

25.11.04

Bloody blog # 2

Já está. E com o bónus de, para o título do blog, eu ter encontrado o clássico azul que entra pelos olhos dentro e parece mover-se, do qual sou admiradora desde os quatro ou cinco anos, altura em que o descobri, maravilhada, numa revista dos meus pais.

É provável que isto, a médio prazo, resulte cansativo. Chegada a esse limite, porei fim aos dias vermelhos do Húmus e tentarei dar-lhe um aspecto menos excessivo, de suavidade martin-parriana. Qualquer coisa, sei lá, florida...

Bloody blog

Ando há meses à procura de um vermelho que acabe com o verde mortiço deste blog. Um vermelho excessivo que ainda assim permita continuar a escrever a preto. Desde Janeiro que de vez em quando procuro. Em vão. Mas hoje, sozinha e subitamente, compreendi o funcionamento dos RGB e dos CMY disto, declarei autonomia e independência face ao Colorizer e, autodeterminada, estou finalmente a aproximar-me.


Estou a aproximar-me muito.

Era só para avisar.

14.10.04

Vai um pratinho de tremoços?

A cumplicidade que a cervejinha introduz é mesmo importante. Descomprime quem serve a cervejinha, que é logo melhor servida, tornando-a ainda mais cervejinha do que quando foi pedida. A cervejinha diz ao empregado "Agora tu estás aí a atender-me mas mais logo quando acabar o teu trabalho também tu vais beber uma cervejinha... a tua cervejinha". É uma piscadela de olho, a cervejinha, é a expressão niveladora que equilibra a relação entre quem pede e quem atende.

Até pode pedir-se uma imperial ou uma cerveja quando se tem pouco tempo, mas quando se tem muito, como aos fins-de-semana ou em férias, é imperdoável não se pedir uma cervejinha, que também traz implícita uma longa interjeição de prazer não tipificada porque inseparável dos ditos que se lhe seguem: "Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!, que bom é sentar-me aqui sem nada para fazer... quando vier a cervejinha, será o céu". De notar que no momento em que a pessoa se senta, a interjeição atípica, se não é verbalizada, é intensamente sentida, e que os olhos, brilhantes de satisfação e de ansiedade, procuram já aquele que trará a cervejinha... e para que nada corra mal há que pedir uma cervejinha.

Se isto é assim entre dois estranhos, que em comum só têm um conhecimento intuitivo do significado da cervejinha, a cumplicidade desce fundo, enriquecendo-se, no caso do mesmo pedido ser feito entre pessoas que se conhecem bem, como em "Amigo, arranja-me uma cervejinha!". Verbo arranjar. E como explicar a um estrangeiro que a cervejinha não está avariada?

húmus

a alcoviteira andarilha a luz nas telhas a noite dança alec soth alex maclean alexandra boulat alfredo cunha alice in chains allo allo andou prometeu a roubar fogo aos deuses para isto andré kertész andrew wyeth antibalas anywhen arizona amp and alternator armi e danny arthur dove as árvores aulas de CC bach bartleby beatles bergman bill evans bompovo brad mehldau brecht bunny suicides calexico camponesa camus carl sandburg carlos paredes carta topográfica de lisboa caspar david friedrich cassandra wilson cato salsa experience centenário do grande temporal centrifugação blogger charlie parker chico buarque christian schad christopher r. harris cig harvey coisas que ninguém diz e que toda a gente sabe dan nelken daniel blaufuks dave holland dave mckean decisions deus inventou o sexo diário de bordo ditty bops divas dostoievsky dr. jazz dylan thomas e. e. cummings el greco ella fitzgerald elvis e anita emil nolde enid blyton eugene smith eugénio de andrade evil genius fausto bordalo dias fenómenos paranormais francis bacon françois clouet fredrik marsh future bible heroes gaivota galiza garcía lorca geografia georges gonon-guillermas gilbert and george gógol e kureishi gonçalo m. tavares góngora HAL hans baldung grien hans cranach henrik ibsen hopper horas da ciência howe gelb hp5 húmus hyeyoung kim i'm going away to wear you off my mind ironia natalícia jan van eyck jason moran jerry lodriguss jesus na comida jornal do insólito josé barata moura josé carlos fernandes josé gomes ferreira josé mário branco josé tolentino mendonça Kafka sumiu keith jarrett keith johnson ken rosenthal king oliver's creole jazz band laura veirs lei bloguística leitura de sobrevivência león ferrari lewis carroll load "" louis jordan madrid maelesskircher manuel alvarez bravo maria schneider mario abbatepaolo martin parr matéria-prima mau feitio mauro fiorese michael brecker micheliny verunschk miguel rio branco miles davis mirah missy gaido allen momento fantástico do bicho escala estantes monk movimento televisão sem som neil gaiman nick brandt nietzsche noronha da costa o aforismo o piano de tom jobim o sono e os sonhos o'neill orquestra vegetal de viena os cavaleiros camponeses no ano 1000 no lago de paladru pão com manteiga pat metheny patience and prudence paul strand pedro salinas peggy washburn pentti sammallahti philip larkin philippe halsman piero de la francesca ponce de léon post de gaja preisner pronto-a-vestir quadrado fi Quadros que roubaria no Thyssen quino R.E.M. raïssa venables regina guimarães robert doisneau ruben a. rui knopfli ruy belo ruysdael sarastro schuiten e peeters sequoia sempervirens sérgio godinho shampoo casulo shannon wright sidney bechet simone de beauvoir sophia andresen soviet group stieglitz t.s.eliot tagsmustbedestroyed tennessee williams terry blaine the 1913 armory show tom chambers trem azul trepadeira universos múltiplos valerio magrelli velásquéz você é um idiota winslow homer xavier seoane yes prime minister yousuf karsh zeca zurbaran

tralha

cavaleiros electrónicos

oscavaleiroscamponesesATyahooDOTcom