Canto Esponjoso
Bela
esta manhã sem carência de mito,
e mel sorvido sem blasfêmia.
Bela
esta manhã ou outra possível,
esta vida ou outra invenção,
sem, na sombra, fantasmas.
Umidade de areia adere ao pé,
engulo o mar, que me engole.
Valvas, curvos pensamentos, matizes da luz
azul
completa
sobre formas constituídas.
Bela
a passagem do corpo, sua fusão
no corpo geral do mundo.
Vontade de cantar. Mas tão absoluta
que me calo, repleto.
Carlos Drummond de Andrade
22.2.06
21.2.06

REG
What?
STAN
I want to be a woman... from now on I want you all to call me Loretta.
REG
What???
LORETTA
It's my right as a man.
JUDITH
Well why do you want to be Loretta, Stan?
LORETTA
I want to have babies.
REG
You want to have babies?
LORETTA
It's every man's right to have babies if he wants them.
REG
But you can't have babies!

LORETTA
Don't you oppress me.
REG
I'm not oppressing you, Stan. You haven't got a womb. Where's the fetus
going to gestate? You going to keep it in a box?

JUDITH
Here. I've got an idea. Suppose you agree that he can't actually have
babies, not having a womb, which is nobody's fault... not even the Romans',
but that he can have the RIGHT to have babies.
FRANCIS
Good idea, Judith. We shall fight the oppressors for your right to have
babies, brother! ... Sister, sorry.
REG
What's the point?
FRANCIS
What?
REG
What's the point of fighting for his right to have babies when he can't have
babies?
FRANCIS
It is symbolic of our struggle against oppression.
REG
Symbolic of his struggle against reality.
*
MONTY PYTHON'S LIFE OF BRIAN
18.2.06
Far Within Us #2
Look here's that uninvited
Alien presence look it's here
A shudder on the ocean of tea in the cup
Rust taking hold
On the edges of our laughter
A snake coiled in the depths of the mirror
Will I be able to hide you
From your face in mine
Look it's the third shadow
On our imagined walk
Unexpected abyss
Between our words
Hoofs clattering
Below the vaults of our palates
Will I be able
On this unrest-field
To raise you a tent of my hands
Vasko Popa
Trad. Anne Pennington
Look here's that uninvited
Alien presence look it's here
A shudder on the ocean of tea in the cup
Rust taking hold
On the edges of our laughter
A snake coiled in the depths of the mirror
Will I be able to hide you
From your face in mine
Look it's the third shadow
On our imagined walk
Unexpected abyss
Between our words
Hoofs clattering
Below the vaults of our palates
Will I be able
On this unrest-field
To raise you a tent of my hands
Vasko Popa
Trad. Anne Pennington
17.2.06
Hoje chegou cá a casa este disco:


Ainda não consegui parar de ouvir L'Internationale e passar ao resto das músicas.
Entretanto, estes senhores deixam ouvi-la na net, em Francês (mp3 no rectângulo verde, à esquerda) e em várias outras línguas (mp3 linkado na designação de cada país).
O sonho é o sonho é o sonho e é talvez o melhor que temos. Este som comove-me até aos ossos. E apetece-me pôr entre códigos o link dos senhores.
Entretanto, estes senhores deixam ouvi-la na net, em Francês (mp3 no rectângulo verde, à esquerda) e em várias outras línguas (mp3 linkado na designação de cada país).
O sonho é o sonho é o sonho e é talvez o melhor que temos. Este som comove-me até aos ossos. E apetece-me pôr entre códigos o link dos senhores.
Ai ai
Os leilões da photoeye...

«Camera Work Issue Number XXII. April 1908. A Photographic Quarterly Edited and Published by Alfred Stieglitz. First edition. Quarto. Stiff printed wrappers with yapped edges. 3 Autochrome prints by Eduard Steichen.
An important issue of Camera Work that presented early examples of Steichen's experiments with the Autochrome process, which was first invented by the Lumière brothers in 1904. The process produced a colored transparency on glass, with luminous colors. Autochrome plates yielded their maximum intensity when projected, but they could also be printed on paper with excellent results. The plates in this issue of Camera Work--all by Steichen--are as follows: Portrait of G. Bernard Shaw; On the House-boat--"The Log Cabin"; Portrait--Lady H. [...]»
http://photoeye.com/auctions/Auction.cfm?id=1940
Os leilões da photoeye...

«Camera Work Issue Number XXII. April 1908. A Photographic Quarterly Edited and Published by Alfred Stieglitz. First edition. Quarto. Stiff printed wrappers with yapped edges. 3 Autochrome prints by Eduard Steichen.
An important issue of Camera Work that presented early examples of Steichen's experiments with the Autochrome process, which was first invented by the Lumière brothers in 1904. The process produced a colored transparency on glass, with luminous colors. Autochrome plates yielded their maximum intensity when projected, but they could also be printed on paper with excellent results. The plates in this issue of Camera Work--all by Steichen--are as follows: Portrait of G. Bernard Shaw; On the House-boat--"The Log Cabin"; Portrait--Lady H. [...]»
http://photoeye.com/auctions/Auction.cfm?id=1940
16.2.06
Tenho um sonho
Que é ter uma colecção de panos da loiça feitos a partir de primeiras páginas do 24 Horas. Alimento-o há um bom par de anos. Tenho a certeza que daria uma cozinha alegre, bonita. Mas só por acaso é que estou a dizer isto hoje. Juro. Seja eu fulminada por uma pilha de CDs (podem ser de Gil Evans) caída subitamente do céu se não é por acaso. É verdade. Não tenho nada na manga. Só mesmo este sonho singelo, doméstico, inofensivo, puro.
Que é ter uma colecção de panos da loiça feitos a partir de primeiras páginas do 24 Horas. Alimento-o há um bom par de anos. Tenho a certeza que daria uma cozinha alegre, bonita. Mas só por acaso é que estou a dizer isto hoje. Juro. Seja eu fulminada por uma pilha de CDs (podem ser de Gil Evans) caída subitamente do céu se não é por acaso. É verdade. Não tenho nada na manga. Só mesmo este sonho singelo, doméstico, inofensivo, puro.
Deja que una vez más te nombre, tierra.
Mi tacto se prolonga
en el tuyo sediento,
largo, vibrante río
que no termina nunca,
navegado por hojas digitales,
lentas bajo tu espeso sueño verde.
Tibia mujer de somnolientos ríos,
mi pabellón de pájaros y peces,
mi paloma de tierra,
de leche endurecida,
mi pan, mi sal, mi muerte,
mi almohada de sangre:
en un amor más vasto te sepulto.
Octavio Paz
Mi tacto se prolonga
en el tuyo sediento,
largo, vibrante río
que no termina nunca,
navegado por hojas digitales,
lentas bajo tu espeso sueño verde.
Tibia mujer de somnolientos ríos,
mi pabellón de pájaros y peces,
mi paloma de tierra,
de leche endurecida,
mi pan, mi sal, mi muerte,
mi almohada de sangre:
en un amor más vasto te sepulto.
Octavio Paz
15.2.06

O meu coração kitsch a nu *
Assim que vi este disco senti brilhar muito os olhos, retribuí de imediato o sorriso ao Harry, abri, também eu, os braços pelos cotovelos e pensei: A uma capa destas não se nega o exercício do contraditório. Isto deu-se numa catedral do mundo kitsch onde ontem fui, sem querer, parar: http://discosantigos.com. Infelizmente, tem imensos links quebrados, o que assombrou desde logo a minha expectativa de felicidade para os dias vindouros.
"Calypso" é pois o disco que estou a ouvir agora - assim andam de mãos dadas a música e a mais elementar justiça, constatação, também ela, comovente - e é mesmo boa onda. Não sei quantas vezes vou ouvi-lo, mas se em miúda tivesse posto as mãos e os ouvidos num álbum destes teríamos sido bons amigos.
Em breve vou ouvir também este disco (sem ser por causa do contraditório; é que os rapazes sabem algo fantástico que eu não sei, o que, como sou invejosa, me deixa contrariada e inquieta).
____________________
* título de Baudelaire, devidamente trucidado e adaptado à causa.
"Calypso" é pois o disco que estou a ouvir agora - assim andam de mãos dadas a música e a mais elementar justiça, constatação, também ela, comovente - e é mesmo boa onda. Não sei quantas vezes vou ouvi-lo, mas se em miúda tivesse posto as mãos e os ouvidos num álbum destes teríamos sido bons amigos.
Em breve vou ouvir também este disco (sem ser por causa do contraditório; é que os rapazes sabem algo fantástico que eu não sei, o que, como sou invejosa, me deixa contrariada e inquieta).
____________________
* título de Baudelaire, devidamente trucidado e adaptado à causa.
14.2.06
DEVOLVEI-LHES
Devolvei-lhes o que neles já não se acha presente,
Tornarão a ver o grão da ceifa encerrar-se na espiga e agitar-se sobre a erva.
Ensinai-lhes, desde a queda ao voo, os doze meses do seu rosto,
Hão-de acalentar o vazio do seu coração até ao desejo seguinte,
Pois não há nada que naufrague ou se compraza nas cinzas,
E quem sabe ver a terra terminar em frutos
Não se comove com o fracasso, ainda que tudo tenha perdido.
René Char > Os leais adversários > FUROR E MISTÉRIO
Trad. Margarida Vale de Gato > Relógio d'Água, 2000
Devolvei-lhes o que neles já não se acha presente,
Tornarão a ver o grão da ceifa encerrar-se na espiga e agitar-se sobre a erva.
Ensinai-lhes, desde a queda ao voo, os doze meses do seu rosto,
Hão-de acalentar o vazio do seu coração até ao desejo seguinte,
Pois não há nada que naufrague ou se compraza nas cinzas,
E quem sabe ver a terra terminar em frutos
Não se comove com o fracasso, ainda que tudo tenha perdido.
René Char > Os leais adversários > FUROR E MISTÉRIO
Trad. Margarida Vale de Gato > Relógio d'Água, 2000
Far Within Us #1
We raise our arms
The street climbs into the sky
We lower our eyes
The roofs go down into the earth
From every pain
We do not mention
Grows a chestnut tree
That stays mysterious behind us
From every hope
We cherish
Sprouts a star
That moves unreachable before us
Can you hear a bullet
Flying about our heads
Can you hear a bullet
Waiting to ambush our kiss
Vasko Popa
Trad. Anne Pennington
We raise our arms
The street climbs into the sky
We lower our eyes
The roofs go down into the earth
From every pain
We do not mention
Grows a chestnut tree
That stays mysterious behind us
From every hope
We cherish
Sprouts a star
That moves unreachable before us
Can you hear a bullet
Flying about our heads
Can you hear a bullet
Waiting to ambush our kiss
Vasko Popa
Trad. Anne Pennington
13.2.06
Eurídice
Uma pessoa tem um corpo,
Um só, sozinho.
A alma já está farta
De ficar confinada dentro
De uma caixa, com orelhas e olhos
Do tamanho de moedas,
Feita de pele - só cicatrizes -
Cobrindo um esqueleto.
Pela córnea ela voa
Para a cúpula do céu,
Sobre um raio gélido,
Até uma rodopiante revoada de pássaros,
E ouve pelas grades
Da sua prisão viva
O crepitar de florestas e milharais,
O troar dos sete mares.
Uma alma sem corpo é pecaminosa
Como um corpo sem camisa -
Nenhuma intenção, nem um verso.
Uma charada sem solução:
Quem vai voltar
Ao salão depois do baile,
Quando não há ninguém para dançar?
E eu sonho com uma alma diferente
Vestida com outras roupas:
Que se inflama enquanto corre
Da timidez à esperança;
Pura e sem sombra,
Como fogo, ela percorre a Terra,
Deixa lilases sobre a mesa
Para que se lembrem dela.
Então continua a correr, criança, não te aflige
Por causa da pobre Eurídice;
Continua a rodar teu arco de cobre,
Corre com ele mundo afora,
Enquanto, em notas firmes
De tom alegre e frio,
Em resposta a cada passo que deres,
A Terra soar em teus ouvidos.
Arseni Tarkovski
Trad. Luis Carlos Borges
Uma pessoa tem um corpo,
Um só, sozinho.
A alma já está farta
De ficar confinada dentro
De uma caixa, com orelhas e olhos
Do tamanho de moedas,
Feita de pele - só cicatrizes -
Cobrindo um esqueleto.
Pela córnea ela voa
Para a cúpula do céu,
Sobre um raio gélido,
Até uma rodopiante revoada de pássaros,
E ouve pelas grades
Da sua prisão viva
O crepitar de florestas e milharais,
O troar dos sete mares.
Uma alma sem corpo é pecaminosa
Como um corpo sem camisa -
Nenhuma intenção, nem um verso.
Uma charada sem solução:
Quem vai voltar
Ao salão depois do baile,
Quando não há ninguém para dançar?
E eu sonho com uma alma diferente
Vestida com outras roupas:
Que se inflama enquanto corre
Da timidez à esperança;
Pura e sem sombra,
Como fogo, ela percorre a Terra,
Deixa lilases sobre a mesa
Para que se lembrem dela.
Então continua a correr, criança, não te aflige
Por causa da pobre Eurídice;
Continua a rodar teu arco de cobre,
Corre com ele mundo afora,
Enquanto, em notas firmes
De tom alegre e frio,
Em resposta a cada passo que deres,
A Terra soar em teus ouvidos.
Arseni Tarkovski
Trad. Luis Carlos Borges
12.2.06
To Infinite Eternity
I
Death is closer
to infinite eternity
than life is
and each life closer
to each least breath
than the blankness of
infinite eternity itself
II
To think blankness
rouses certain terror
and in the feeling
the sudden sense
of self responding
down to the smallest
unaided particle
of its existence
as answer to
the blankness of
sure nonexistence
III
Then infinite eternity
may be the opposite
of felt existence
durable as any
measurably
felt time
IV
I say hello
to myself
and to break
the terror
of nonexistence
I restore my self
to existence whatever
the consequence
Edwin Honig
I
Death is closer
to infinite eternity
than life is
and each life closer
to each least breath
than the blankness of
infinite eternity itself
II
To think blankness
rouses certain terror
and in the feeling
the sudden sense
of self responding
down to the smallest
unaided particle
of its existence
as answer to
the blankness of
sure nonexistence
III
Then infinite eternity
may be the opposite
of felt existence
durable as any
measurably
felt time
IV
I say hello
to myself
and to break
the terror
of nonexistence
I restore my self
to existence whatever
the consequence
Edwin Honig
10.2.06
Dia claro *
Com este, faltam 39 dias para o Equinócio de Primavera, diz o calendário do Observatório Astronómico de Lisboa: dia 20 de Março, às 18.26. Associo o som de alguns saxofones ao sol de Inverno, ao sol que cresce e que prepara a Primavera, porque a primeira vez que ouvi Getz-Gilberto, repetidamente, era Janeiro. Acordava cedo, abria as janelas e deixava o som tomar a casa. Manhã alta, quando os dias crescem, cheira a calor. É o melhor do ano, porque já há perfumes, mas são fraquinhos, indistintos, ainda muito misturados e, não sendo ainda o calor muito forte, respira-se bem neles. "Só danço samba" tocou sempre mais vezes que qualquer outra faixa do disco, porque o solo de Stan Getz se colava às manhãs. E toca. E cola-se.
9.2.06
Declarar o seu nome
Eu tinha dez anos. O rio Sorgue prendia-me. O sol cantava as horas no sábio mostrador das águas. A despreocupação e a dor tinham selado o galo de ferro ao tecto das casas e suportavam-se mutuamente. Mas que roda no coração da criança expectante girava mais depressa, com mais força, que a do moinho no seu incêndio branco?
René Char > "Acima do vento" > A Palavra em arquipélago (1952-60)
ESTE FANÁTICO DAS NUVENS > antologia de Marie-Claude Char e Y. K. Centeno
Tradução de Y. K. Centeno > Cotovia, 1995
Eu tinha dez anos. O rio Sorgue prendia-me. O sol cantava as horas no sábio mostrador das águas. A despreocupação e a dor tinham selado o galo de ferro ao tecto das casas e suportavam-se mutuamente. Mas que roda no coração da criança expectante girava mais depressa, com mais força, que a do moinho no seu incêndio branco?
René Char > "Acima do vento" > A Palavra em arquipélago (1952-60)
ESTE FANÁTICO DAS NUVENS > antologia de Marie-Claude Char e Y. K. Centeno
Tradução de Y. K. Centeno > Cotovia, 1995
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paul strand
pedro salinas
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philip larkin
philippe halsman
piero de la francesca
ponce de léon
post de gaja
preisner
pronto-a-vestir
quadrado fi
Quadros que roubaria no Thyssen
quino
R.E.M.
raïssa venables
regina guimarães
robert doisneau
ruben a.
rui knopfli
ruy belo
ruysdael
sarastro
schuiten e peeters
sequoia sempervirens
sérgio godinho
shampoo casulo
shannon wright
sidney bechet
simone de beauvoir
sophia andresen
soviet group
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the 1913 armory show
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