28.4.06

Está aqui um grande espaço vazio

E depois não acontece nada. Se acontecer alguma coisa, virá, mais tarde, um eclipse.



































































































































































26.4.06

Ena ena ena

Isto



é muito bonito.

E não é só Red River Valley - pois, pois, consegui avançar e ouvir o
resto do CD com atenção - nem tudo se parece com esse tema.
Aliás, nada se parece com esse tema.

Dois dias de habituação depois,
ou, especialmente, as últimas horas de hoje:

É mais que ena-ena-ena e mais que muito bonito. É, às vezes, um híbrido dos sons de que mais gosto no "Blue Light Til Dawn" e no "Belly of The Sun" e de sons novos e no estado em que eu ando, em que a custo me arrasto para dentro de casa, para longe dos lugares onde me cheira a sol e a terra, "Thunderbird" era o CD que mais me apetecia ouvir durante semanas, mesmo se acabei de descobrir que será.

24.4.06

Sequoia sempervirens

(foto daqui)
Cassandra Wilson > Red River Valley > "Thunderbird"

20.4.06

Dias com flores


No Dias com árvores, um post do Paulo Araújo sobre as papoilas.

Em miúda via muito um slide com um campo cheio delas. Era parecido com isto:



(foto daqui)


As papoilas têm vermelho impressionante, mas o meu slide era um bocado mais amarelo do que devia ser, o que fazia as papoilas parecerem da cor de um fogo vermelho.

18.4.06

"L'Arpenteur du Ciel"

Ofereci ao meu pai um álbum de fotografia da arquitectura da paisagem de Alex MacLean. Paisagens naturais e urbanas vistas do céu.


© Alex MacLean

Há paisagens que são só grandiosas e bonitas e não ficam a dever nada a ninguém por causa disso – fiquei com um fraquinho sério por Massachusetts. As fotografias das cidades, com estradas e bairros em construção, são interessantíssimas. Além das paisagens naturais e das fotografias de planeamento, há ainda, vistos do céu, lixo e poluição, destruição e abandono. Umas dizem logo o que são, outras pedem ginástica de olhos e memória.

© Alex MacLean

A internet aqui é um factor de pobreza: serve para ilustrar, mas não serve para ver. Estas são fotografias para ver num livro aberto, por baixo de boa luz, com o auxílio de uma lupa tradicional, para pormenores, caso se revele necessário.



© Alex MacLean


12.4.06

Tinha feito um post com muitas linhas todas a dizer que não vou regressar a Madrid este ano. E de facto não vou. Mas depois apaguei tudo porque é coisa que não interessa a ninguém. E na verdade era eu a reagir mal (para quem inseriu no programa de saídas de 2006 fingir que Madrid não existe) ao facto de ter descoberto que o Thyssen está com uma temporária chamada

VANGUARDIAS RUSSAS

com obras de Kandinsky, Goncharova, Lariónov, Malévich, Popova, Gabo, Tatlin, Kliun, Chagall, Filónov, Matiushin e Ender.

Até 14 de Maio:

«Durante las primeras décadas del siglo xx, la Rusia imperial —que pronto iba a convertirse en Unión Soviética—, experimentó una profunda transformación de su sociedad. En ese periodo de convulsión política y cultural, de ruptura con la concepción positivista del mundo propia del siglo xIx, tuvo lugar un importante renacimiento cultural que se manifestó tanto en las artes visuales como en la literatura y las artes escénicas.

Una serie de poetas y pintores, con una postura abiertamente radical, apostaron entonces por un lenguaje totalmente innovador con el que querían abrir el camino a un mundo nuevo. La vida artística rusa se llenó de exposiciones programáticas, encendidos manifiestos y declaraciones teóricas, al tiempo que se sucedían numerosos movimientos de vanguardia, algunos derivados de las influencias foráneas, como el cubofuturismo o el rayonismo, y otros genuinos de la nueva Rusia revolucionaria, como el suprematismo o el constructivismo.

La exposición se propone ofrecer una visión sintética de este periodo y abarca una amplia selección de obras y manifestaciones artísticas de naturaleza heterogénea y diversa, desde la pintura y la escultura, hasta la fotografía, el diseño gráfico y las artes aplicadas. El arco cronológico que abarca se sitúa entre 1907 y 1935, y está organizada a través de cinco secciones diferenciadas

11.4.06

O céu sobre Beja


Post do Pedro, aqui, com as restantes fotografias.

6.4.06

Já estão outra vez a fazer pouco


O Duarte está, desde segunda-feira, a linkar bloggers incautos para o worst music video ever: Armi e Danny, finlandeses, cantam «I Wanna Love You Tender», rodeados por um zeloso grupo de bailarinos.


foto daqui

O vídeo é de 1978 e não é nada o pior vídeo de sempre. É o melhor pior vídeo de sempre (o rigor nunca fez mal a ninguém). É deliciosamente mau. O meu momento preferido é a grande saída do artista ao minuto 2:28. De resto é tudo muito bom, não sendo de menosprezar o jogo de cintura de um dos dançarinos pouco depois da belíssima estrela de braços.
É tão bom que eu não quero crer. É por isso que o tenho visto muitas vezes desde segunda-feira.

Já agora aproveito para linkar o vídeo de Natal da McCann. Há amor nos corações. Fica sempre bem.

5.4.06



Teoria da conspiração







As tílias existem com um único propósito: fazer com que deixemos de saber onde pomos os pés.














(btw: quinze dias)

31.3.06

Inabitável, a terra áspera


Ando cativa do deserto do Namib. Vi uma fotografia de Eric Robert, acho que aérea, mas tirada a uma altitude relativamente baixa, numa Grande Reportagem de 1992. A fotografia – inserida numa reportagem de várias páginas sobre a febre dos diamantes na Namíbia, no início do século XX, e as aventuras dos exploradores no deserto – mostra uma vasta extensão de dunas e depois, de repente, o mar. Quando, no início do mês, reorganizei a biblioteca, dei-me ao trabalho de reler os índices de 12 anos de GRs em busca de reportagens sobre o Saara; entretanto, acabei por pôr também de lado as revistas que versavam sobre outros desertos e na rede, ou melhor, na peneira ficou a Namíbia. Li a reportagem, deixei-me olhar para a fotografia o tempo que me apeteceu, li a caixa sobre a Costa do Esqueletos, vi outra vez a fotografia e fechei a revista. Fui ler outros números, passaram-se dias, passou-se, em rigor, um mês inteiro, o monte de GRs antigas e arenosas ficou em sossego, abri livros outra vez citadinos, outra vez com paredes, compreendi que regressarei inevitavelmente ao Saara, pensei que preciso regressar a Cuba, oscilei entre esses e mais meia dúzia de destinos, fui feliz na indecisão e na distância, esqueci-me depois do que estava longe, até que, há três ou quatro dias, ao adormecer, comecei a lembrar-me, sem querer, da fotografia do deserto do Namib. Ser-se perseguido por uma fotografia é um estado de graça num tempo em que há milhões de fotografias à disposição a cada instante, por isso, quando voltei a abrir a revista para tentar perceber porque razão a imagem se tem insinuado, senti que aquele era um gesto de sorte. A fotografia oprime-me e, todavia, acho que nunca vi nada tão desejável. E o que mais me incomoda e o que mais me seduz, compreendi-o ao fim de um bom bocado a olhá-la, não se vê: entre o mar e o deserto não existe uma faixa de areia que me faça pensar ou reconhecer ou imaginar uma praia.

A Terra é um lugar estranho, é um lugar tão estranho como um planeta qualquer a trezentos mil anos-luz de distância. Gostaria de me lembrar disto mais vezes.


28.3.06

Coisas que ninguém diz e que toda a gente sabe # 11


As árvores são da cor do sol
.
Esses livros adoráveis


Andam a falar da Enid Blyton e d'Os Cinco. Pronto, li os blogs, pensei nisso, mas agora é que entrei em modo memória. Quando eu era miúda a minha mãe, que pretendia que eu passasse a ler livros com poucas ilustrações, também ocasionais e secundárias, levou-me um dia à livraria e comprou-me o primeiro volume d'Os Cinco, que se chamava «Os Cinco na Ilha do tesouro».

Encontrei a capa. Calma, que é linda:



Esta capa é especialmente emocionante visto que – e dou-me conta disso agora – nela está de alguma forma gravada a intensidade da expectativa que senti quando a vi, só comparável ao prazer de leitura que se seguiu. Se eu quiser, lembro-me do cheiro deste primeiro livro. Também li os outros. Não os tive todos ao mesmo tempo. Havia, por vezes, quando eu tinha tempo e podia ser, o ritual de ir com os meus pais a uma livraria para comprar mais um, não quando o último se estava a acabar, mas quando já estava acabado. O que tornava o ritual ainda mais apetecível dado eu já precisar muito de outro.

Acabados os 21 volumes, tentei Os Sete e detestei, pelo que passei à colecção d' As Gémeas no Colégio de Santa Clara. Só seis volumes. E no mesmo Verão a colecção do Colégio das Quatro Torres. Outros meros seis volumes. Entretanto eu era um ano mais velha e quando estávamos em casa da minha avó, no Norte, deixavam-me ir pela rua, sozinha, à livraria que ficava, fica ainda, na mesma rua, buscar mais um. Eu animava-me toda ao entrar nessa livraria, havia um ou dois degraus depois da porta de entrada, e cada passo meu me soava a livro-novo-dentro-de-momentos.

Acabadas estas colecções, tentei um sucedâneo português d'Os Cinco e odiei. Mas foi também uma experiência nova, senti-me defraudada, achei que não era justo usar-se o bom nome d'Os Cinco para vender uma coisa tão má. A rejeição foi tão absoluta que deixei a meio esse livro.

O meu volume preferido d'Os Cinco:




Ainda sinto uns arrepios, agora. Lembro-me de um acampamento à beira de um lago de águas negras que, por força da descrição, eu sentia muito quietas e muito frias. Li o livro todo a sentir frio e nunca o frio foi tão bom. E se penso nisso, a estranha quietude que por vezes as árvores assumem, fora dos livros, foi-me dada a conhecer na descrição das águas desse lago e da forma como o barco dos Cinco deslizava sobre elas. É impressionante como isto anda tudo ligado.

O que eu achava sempre mais ou menos inexplicável era que os miúdos, nas capas, fossem por vezes diferentes. Percebia que eram só capas e aberto um livro voltava a imaginá-los iguais ao volume anterior – mas mais crescidos –, mas no íntimo achava que aquilo não estava bem. Quanto à série televisiva, vi alguns episódios, mas de longe os livros continham mais e maiores prazeres a cada momento e antes de cada momento. Definitivamente, os Cinco eram para ler, não para ver.

Depois os autores diversificaram-se e eu cresci, ler continua a ser bom, mas às vezes sinto falta da sensação inicial de estar de férias, não ter quaisquer responsabilidades e sentir-me desaparecer dentro das histórias, enquanto tudo à minha volta também desaparece. Às vezes a noite caía e eu só me dava conta quando os olhos começavam a doer. Isso acontece agora, também, durante a leitura. Mas na infância a única coisa que eu tinha de fazer era acender a luz. Ou, melhor ainda, ouvia ao longe a voz do meu pai, que na verdade até estava perto, Então estás a ler às escuras? Ai esses olhos!, e ele acendia a luz. O livro continuava. Agora, quando a noite chega, acendo a luz, fecho o livro, penso no jantar e o dia seguinte é dia de trabalho. Não está de todo mal, mas está menos bem.

É por causa disso que eu às vezes tiro férias por dá cá aquela palha, férias que ninguém compreende, só eu. Fecho-me em casa, abro livros e desapareço - uma ilusão que começou com Os Cinco.





Edit: Entretanto, o João enviou-me uma prenda:




São fotografias da primeira edição inglesa do volume 14, intitulado "Five Have Plenty of Fun", de 1955, que o João comprou no alfarrabista mecânico. Em Portugal o mesmo volume chama-se "Os Cinco e os Raptores"... está tudo linkado no número catorze. Ontem tinha dito ao João que já não me lembrava desta aventura mas o resumo, no site Mistério Juvenil, deu-me um empurrão. É um livro que se passa num grande e sinistro castelo de paredes muito grossas, castelo esse que é rodeado por um pântano ou outra espécie de área de transposição difícil. Há muito nevoeiro, nessa história, e um cheiro desagradável a lodo. Se é mesmo o que estou a pensar essa aventura com os raptores foi uma das mais ricas em passagens secretas, túneis e escadas a subir e a descer por dentro de paredes.

23.3.06

Outra casa

Todos os anos, nesta altura, em algum momento, o ar da minha casa altera-se. Abro uma porta e fico quieta a respirar com cuidado. Depois vou à janela confirmar que os lódãos têm folhas novas. Não são ainda muitas, a distribuição pelas árvores não é ainda uniforme nem harmoniosa. Mas a casa transfigura-se e eu mudo-me: durante as próximas semanas, cada minuto será vivido na evidência da respiração da terra.

camponesa pragmática

19.3.06

O último dia do Inverno




Do som sem mácula

Tenho ouvido menos música. Uma mistura de sons na memória, que se instalou com o vento, obriga-me à quietude. Não tenho encontrado música que me apeteça mais que ficar parada a lembrar-me de todos os sons possíveis num oceano abandonado. Não são muitos, não são muito variados – são, todavia, sons essencialmente limpos, e isso é uma novidade, um terceiro estado elementar do som a par da música e do silêncio. Também esta memória, mais que um exercício de raciocínio, me é imposta pelo corpo.

Do que me lembro de forma voluntária é do poema de Arthur Dove:

«A way to look at things

We have not yet made shoes that fit like sand.
Not clothes that fits like water,
Nor thoughts that fit like air.
There is much to be done –
Works of nature are abstract,
They do not lean on other things for meaning.
The sea-gull is not like the sea,
Nor the sun like the moon,
The sun draws water from the sea,
The clouds are not like either one –
They do not keep one form forever.
That the mountainside looks like a face is accidental.»

No ano passado encontrei este poema na exposição "Alfred Stieglitz y su círculo", no Reina Sofia. Estava exposto, em castelhano, numa parede. O catálogo da exposição, completíssimo, ignorava-o – era essa a única ausência. Tentei imaginar alguns versos em inglês, procurei-o na internet, encontrei-o, postei-o no blog para o guardar. Pareceu-me importante saber onde encontrá-lo, onde lê-lo quando fizesse mais sentido.

13.3.06

Largo


© Carola Clift


Passo a tarde a perseguir o sol com a mesa da biblioteca. Estou às avessas com o computador. Há muito vento, se me sento quieta em frente ao sol há muito vento, mas sinto-o melhor (circula entre os meus braços) ao fim do dia, e custa-me aceitar a existência de um diário dependente da electricidade, cores e sons dependentes de códigos.

Trata-se de uma negação do corpo, implacável como uma certeza – sei de onde vem, embora a compreenda pouco. Não digo que não sei como resolver isto – e não sei – porque gosto disto – e não quero.

Não dou por encerrado o blog porque a impossibilidade lógica de postar que se seguiria tornaria irresistível postar – a incoerência exerce sobre mim poderosa atracção. Continuo. Mas tenho mais que fazer: ir, entre posts, até onde as pessoas, vistas daqui, parecem fósforos.

10.3.06

«In my work I photograph people who have a deep felt sense of tradition. For one year, beginning in the Autumn of 1999, I lived in the village Sârbi in Maramures, Romania. My research revealed this region to be unique amongst the former Soviet Bloc for the way it had preserved its way of life. A few valleys in Maramures escaped collectivized farming because of poor soil and hilly landscape. In the post cold-war period, preservation continues as modernity is slow to advance into these valleys of northern Romania.

But nothing will stand still forever. While the older generation still don winter footwear that pre-date the Romans, the younger generation flock to market to buy shoes bearing that ubiquitous swoosh of western manufacture.

My purpose is to capture and convey images of their way of life before it becomes further compromised by globalization. In our modern world, we often feel we have “lost” something important, something precious. Though they do not know it now, these peasants are losing their customs in the same way our forebears lost theirs. They do not see themselves as beautiful or special, because they feel poor and ordinary. But I hope to show they embody beauty because of the way they have spent their days walking paths trodden by their grandparents. Because of the way their lives have become well worn like an old wooden spoon.
» - Kathleen Laraia McLaughlin


Shades of Romania © Kathleen Laraia McLaughlin

Site: http://www.klmphoto.com/

9.3.06

Não dizemos a morte do músico nem a do poeta. Não fechamos entre parênteses os anos do nascimento e da morte, nem celebramos centenários. Não cunhamos medalhas, não fazemos estátuas, não abrimos túmulos, não erguemos altares. Às vezes há aniversários. As pessoas de quem gostamos fazem então 40, 83, 109, 200 ou mais anos, podendo algumas viver, como no santo livro, até aos 900 e tal. Nos outros dias continuamos.




© Kathleen Laraia McLaughlin
"e se uma lebre vos perguntasse qual era a vossa canção preferida
do tio Tom, qual seria a vossa resposta?"


8.3.06

Nómadas e instalações de versos

Há as hesitações, o não saber. E há os poemas onde vivemos antes, depois, e entretanto - entretanto é o melhor tempo para continuar a viver nos poemas. E acho que é o melhor tempo para os revisitar. Esta manhã li alguns, todos de Dylan Thomas. Agora trago um enrolado à volta do pescoço, não quer sair.

The force that through the green fuse drives the flower
Drives my green age; that blasts the roots of trees
Is my destroyer.
And I am dumb to tell the crooked rose
My youth is bent by the same wintry fever.

The force that drives the water through the rocks
Drives my red blood; that dries the mouthing streams
Turns mine to wax.
And I am dumb to mouth unto my veins
How at the mountain spring the same mouth sucks.

The hand that whirls the water in the pool
Stirs the quicksand; that ropes the blowing wind
Hauls my shroud sail.
And I am dumb to tell the hanging man
How of my clay is made the hangman's lime.

The lips of time leech to the fountain head;
Love drips and gathers, but the fallen blood
Shall calm her sores.
And I am dumb to tell a weather's wind
How time has ticked a heaven round the stars.

And I am dumb to tell the lover's tomb
How at my sheet goes the same crooked worm.

[notas mais ou menos a despropósito: uma, hoje no Poemário da Assírio é dia de Al-Mu’Tamid; duas, hoje é o dia das gaijas \o/; três, hoje também é dia de ir buscar slides novos; quatro, http://www.undermilkwood.net]

húmus

a alcoviteira andarilha a luz nas telhas a noite dança alec soth alex maclean alexandra boulat alfredo cunha alice in chains allo allo andou prometeu a roubar fogo aos deuses para isto andré kertész andrew wyeth antibalas anywhen arizona amp and alternator armi e danny arthur dove as árvores aulas de CC bach bartleby beatles bergman bill evans bompovo brad mehldau brecht bunny suicides calexico camponesa camus carl sandburg carlos paredes carta topográfica de lisboa caspar david friedrich cassandra wilson cato salsa experience centenário do grande temporal centrifugação blogger charlie parker chico buarque christian schad christopher r. harris cig harvey coisas que ninguém diz e que toda a gente sabe dan nelken daniel blaufuks dave holland dave mckean decisions deus inventou o sexo diário de bordo ditty bops divas dostoievsky dr. jazz dylan thomas e. e. cummings el greco ella fitzgerald elvis e anita emil nolde enid blyton eugene smith eugénio de andrade evil genius fausto bordalo dias fenómenos paranormais francis bacon françois clouet fredrik marsh future bible heroes gaivota galiza garcía lorca geografia georges gonon-guillermas gilbert and george gógol e kureishi gonçalo m. tavares góngora HAL hans baldung grien hans cranach henrik ibsen hopper horas da ciência howe gelb hp5 húmus hyeyoung kim i'm going away to wear you off my mind ironia natalícia jan van eyck jason moran jerry lodriguss jesus na comida jornal do insólito josé barata moura josé carlos fernandes josé gomes ferreira josé mário branco josé tolentino mendonça Kafka sumiu keith jarrett keith johnson ken rosenthal king oliver's creole jazz band laura veirs lei bloguística leitura de sobrevivência león ferrari lewis carroll load "" louis jordan madrid maelesskircher manuel alvarez bravo maria schneider mario abbatepaolo martin parr matéria-prima mau feitio mauro fiorese michael brecker micheliny verunschk miguel rio branco miles davis mirah missy gaido allen momento fantástico do bicho escala estantes monk movimento televisão sem som neil gaiman nick brandt nietzsche noronha da costa o aforismo o piano de tom jobim o sono e os sonhos o'neill orquestra vegetal de viena os cavaleiros camponeses no ano 1000 no lago de paladru pão com manteiga pat metheny patience and prudence paul strand pedro salinas peggy washburn pentti sammallahti philip larkin philippe halsman piero de la francesca ponce de léon post de gaja preisner pronto-a-vestir quadrado fi Quadros que roubaria no Thyssen quino R.E.M. raïssa venables regina guimarães robert doisneau ruben a. rui knopfli ruy belo ruysdael sarastro schuiten e peeters sequoia sempervirens sérgio godinho shampoo casulo shannon wright sidney bechet simone de beauvoir sophia andresen soviet group stieglitz t.s.eliot tagsmustbedestroyed tennessee williams terry blaine the 1913 armory show tom chambers trem azul trepadeira universos múltiplos valerio magrelli velásquéz você é um idiota winslow homer xavier seoane yes prime minister yousuf karsh zeca zurbaran

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