19.7.06
12.7.06
Bip!
(já nem um link faço, que pouca vergonha)
16.6.06
Perguntas freaks
14.6.06
As nuvens rasgaram-se todas ao mesmo tempo
As tílias escureceram, mas continuam a ser as árvores com os verdes mais variados e inquietos e aquelas em que é maior a diferença entre o que se vê fora e o que se vê dentro da árvore.
31.5.06
Being for the benefit of Mr. Kite
(editado para tirar o mp3 e deixar o vídeo com o mesmo tema)
Hoje cheguei a casa com o início de Lucy in the Sky em loop, na memória. Fui buscar o disco e depressa me dei conta que não era bem nessa cantiga que se condensava qualquer coisa que hoje me persegue, exuberância, alegria ou assim. Era em Mr. Kite. E lembrei-me que o podia deixar a tomar conta do blog. Curiosamente, há minutos, ao ler sobre o "Sgt. Pepper's...", apercebi-me que amanhã se cumprem os 39 anos do lançamento. O que faz deste post quase uma efeméride. É tudo.
28.4.06
26.4.06
Isto

é muito bonito.
E não é só Red River Valley - pois, pois, consegui avançar e ouvir o
Aliás, nada se parece com esse tema.
Dois dias de habituação depois,
ou, especialmente, as últimas horas de hoje:
24.4.06
20.4.06
Em miúda via muito um slide com um campo cheio delas. Era parecido com isto:
18.4.06
Ofereci ao meu pai um álbum de fotografia da arquitectura da paisagem de Alex MacLean. Paisagens naturais e urbanas vistas do céu.

© Alex MacLean
Há paisagens que são só grandiosas e bonitas e não ficam a dever nada a ninguém por causa disso – fiquei com um fraquinho sério por Massachusetts. As fotografias das cidades, com estradas e bairros em construção, são interessantíssimas. Além das paisagens naturais e das fotografias de planeamento, há ainda, vistos do céu, lixo e poluição, destruição e abandono. Umas dizem logo o que são, outras pedem ginástica de olhos e memória.

© Alex MacLean
A internet aqui é um factor de pobreza: serve para ilustrar, mas não serve para ver. Estas são fotografias para ver num livro aberto, por baixo de boa luz, com o auxílio de uma lupa tradicional, para pormenores, caso se revele necessário.

© Alex MacLean
12.4.06
Una serie de poetas y pintores, con una postura abiertamente radical, apostaron entonces por un lenguaje totalmente innovador con el que querían abrir el camino a un mundo nuevo. La vida artística rusa se llenó de exposiciones programáticas, encendidos manifiestos y declaraciones teóricas, al tiempo que se sucedían numerosos movimientos de vanguardia, algunos derivados de las influencias foráneas, como el cubofuturismo o el rayonismo, y otros genuinos de la nueva Rusia revolucionaria, como el suprematismo o el constructivismo.
La exposición se propone ofrecer una visión sintética de este periodo y abarca una amplia selección de obras y manifestaciones artísticas de naturaleza heterogénea y diversa, desde la pintura y la escultura, hasta la fotografía, el diseño gráfico y las artes aplicadas. El arco cronológico que abarca se sitúa entre 1907 y 1935, y está organizada a través de cinco secciones diferenciadas.»
11.4.06
6.4.06

foto daqui
Já agora aproveito para linkar o vídeo de Natal da McCann. Há amor nos corações. Fica sempre bem.
5.4.06
31.3.06
A Terra é um lugar estranho, é um lugar tão estranho como um planeta qualquer a trezentos mil anos-luz de distância. Gostaria de me lembrar disto mais vezes.

28.3.06
Encontrei a capa. Calma, que é linda:

Acabados os 21 volumes, tentei Os Sete e detestei, pelo que passei à colecção d' As Gémeas no Colégio de Santa Clara. Só seis volumes. E no mesmo Verão a colecção do Colégio das Quatro Torres. Outros meros seis volumes. Entretanto eu era um ano mais velha e quando estávamos em casa da minha avó, no Norte, deixavam-me ir pela rua, sozinha, à livraria que ficava, fica ainda, na mesma rua, buscar mais um. Eu animava-me toda ao entrar nessa livraria, havia um ou dois degraus depois da porta de entrada, e cada passo meu me soava a livro-novo-dentro-de-momentos.
Acabadas estas colecções, tentei um sucedâneo português d'Os Cinco e odiei. Mas foi também uma experiência nova, senti-me defraudada, achei que não era justo usar-se o bom nome d'Os Cinco para vender uma coisa tão má. A rejeição foi tão absoluta que deixei a meio esse livro.
O meu volume preferido d'Os Cinco:

O que eu achava sempre mais ou menos inexplicável era que os miúdos, nas capas, fossem por vezes diferentes. Percebia que eram só capas e aberto um livro voltava a imaginá-los iguais ao volume anterior – mas mais crescidos –, mas no íntimo achava que aquilo não estava bem. Quanto à série televisiva, vi alguns episódios, mas de longe os livros continham mais e maiores prazeres a cada momento e antes de cada momento. Definitivamente, os Cinco eram para ler, não para ver.









