2.1.05

Noronha da Costa





Sempre que vejo um quadro de Noronha da Costa, lembro-me de umas pinturas que fazia na primária: passava uma folha A3 de papel cavalinho por um alguidar cheio de água e colocava-a em cima da mesa; depois, pintar. Mas o efeito! Pegar num pincel, colocar a pontinha na folha e imediatamente a tinta espalhar-se. A inexistência de contornos bem definidos maravilhava-me. Eram as minhas preferidas.

Há uns dias, vi dois quadros dele à venda. Depois de algum tempo a olhar para eles na montra, ainda me aventurei a entrar e perguntar o preço do mais pequeno. Enfim, lá terei de acertar no totoloto.

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